2021

Siri

Pensado como um laboratório especulativo, SIRI explora vários binómios - material e imaterial; estabilidade e rapidez; físico e psicológico; desafio e receio; humano e tecnológico – numa abordagem coreográfica entre o que existe e o que nos assombra.


O palco surge como um campo arqueológico que guarda diferentes técnicas, usos e modos de expressão dos corpos, dos objetos e dos movimentos entre eles produzidos.

Nele, a coreografia apresenta-se como uma investigação sobre a memória, ao mesmo tempo arqueológica e viva - do corpo humano e das suas representações através da tecnologia.

SIRI prolonga a colaboração entre o coreógrafo Marco da Silva Ferreira e o realizador Jorge Jácome, depois da coassinatura do espetáculo ÍRIS, defendida como um olhar sobre a temporalidade, a partir da imagem, da construção visual e do discurso sobre a memória.

Direção artística Jorge Jácome, Marco da Silva Ferreira


Intérpretes Érica Santos, Vânia Doutel Vaz


Direção Técnica e Desenho de Luz Rui Monteiro


Desenho de Som Rui Lima, Sérgio Martins


Produção Executiva Joana Costa Santos

Coprodução Teatro Municipal do Porto, Fondation Hermés, Centre Chorégraphique National de Caen em Normandie, POLE-SUD – Centre de Développement Chorégraphique National de Strasbourg


Residência Artísticas Centre Chorégraphique National de Caen em Normandie, Circolando, Alkantara, Teatro Municipal do Porto


Apoio Direção Geral das Artes

 

Marco da Silva Ferreira é apoiado por Centre Chorégraphique National de Caen, Normandie - director Alban Richard